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Funcionário do Departamento de Imprensa da Alemanha é suspeito de espionagem

Funcionário do Departamento de Imprensa da Alemanha estaria fazendo espionagem para o governo do Egito. Ele está sendo processado

Alemanha espionagem
Foto: Steve Buissinne/ Pixabay

Empregado do Departamento de Imprensa da Alemanha estaria fazendo espionagem para o governo do Egito

Alemanha espionagem
Foto: Steve Buissinne/ Pixabay

Um membro do Departamento de Imprensa do governo da Alemanha é suspeito de trabalhar para a inteligência do Egito. Nesta sexta-feira, o governo alemão informou que ele não teve acesso a nenhuma informação sensível.

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O caso foi divulgado em um relatório de 385 paginas da BfV, a agência de inteligencia interna da Alemanha. O relatório não divulgou qual medida foi tomada contra o suposto espião, que foi processado por promotores federais em dezembro.

Esse funcionário teve acesso a dados de um programa que permite que cada parlamentar traga cinquenta pessoas da sua região para uma visita ao Parlamento. No entanto, o governo alegou que essas informações não são sensíveis.

“Teve acesso direto à dados de um programa de visita parlamentar e da base de impressa do Departamento de Imprensa. Não foi possível o acesso exclusivo de credenciamento da imprensa”, afirmou o governo alemão.

O departamento de Imprensa, que é comando por Steffen Seibert, o porta-voz de Angela Merkel fica a menor de um quilômetro do prédio da chancelaria.

De acordo com a agência de notícias Reuters, a Embaixada do Egito em Berlim não quis tecer comentários sobre o assunto.

De olho na Alemanha

Conforme já divulgado por Oeste, esta não é a primeira vez no ano que é divulgado que a Alemanha é vítima de tentativa de espionagem por governos estrangeiros.

Em 8 de maio, a revista alemã Der Spiegel informou que o serviço secreto militar da Rússia (GRU), por meio de um ataque hacker, roubou milhares de e-mails de Angela Merkel. O hacker suspeito, Dimitri Badin, teve uma ordem de prisão decretada pelo Tribunal Federal de Justiça da Alemanha.

No dia 18 deste mesmo mês, com o medo do roubo de dados, o governo proibiu que os ministros utilizem o Whatsapp. A decisão foi tomada pelo comissário de Proteção de Dados da Alemanha, Ulrich Kelber.

Em 17 de junho, o The Jerusalem Post divulgou que o o serviço secreto alemão descobriu que o Irã inegavelmente tenta roubar tecnologia sensível do país.

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