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Guaidó reage a ameaça feita por ministro da Ditadura

O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Juan Guaidó, reagiu às ameaças feitas pelo ministro da Defesa da ditadura, Vladimir Padrino

juan guaidó venezuela
Juan Guaidó | Foto: Myles Cullen/Casa Branca

Juan Guaidó condenou com firmeza a ameaça feita pelo ministro da Defesa de Nicolás Maduro, Vladimir Padrino

Guaidó ministro
Juan Guaidó | Foto: Myles Cullen/Casa Branca

O presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Juan Guaidó, reagiu às ameaças feitas pelo ministro da Defesa da ditadura, Vladimir Padrino. Ele afirmou que a oposição da Venezuela nunca vai ter poder político no país.

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“O general Padrino emitiu uma declaração insolente, ditatorial e que viola a Constituição que diz que as Forças Armadas não são políticas”, afirmou Guaidó. O presidente da Assembleia Nacional é reconhecido inegavelmente como presidente legítimo da Venezuela por mais de 60 países, incluindo o Brasil e os Estados Unidos.

Veja também: “Venezuela anuncia eleição parlamentar em dezembro sem a presença da oposição”

“Ele demonstrou novamente que a soberania popular foi sequestrada em nosso país e que a ditadura bloqueou as soluções eleitorais com o respaldo da cúpula militar, pois admite que são eles, e não o voto do nosso povo, que decidem quem deve ter o poder político do país”, concluiu Guaidó.

A informação foi divulgada pelo jornal venezuelano El Nacional.

Declaração no dia da independência

Em uma declaração no dia da independência da Venezuela, que aconteceu no dia 5 de junho de 1811, Vladimir Padrino acusou os deputados aliados de Guaidó de “roubar os ativos da Venezuela no exterior”.

Conforme já publicado por Oeste, a o Tribunal Superior do Reino Unido decidiu que o ouro venezuelano que está no BoE deve ser controlado por Guaidó.

Mais: “Guiana acredita que disputa com a Venezuela será resolvida em breve”

“Eles não passarão, nunca terão o poder político enquanto houver a Força Armada Nacional Bolivariana, como existe hoje. Temos uma força anti-imperialista, revolucionária e bolivariana”, afirmou o ministro da Defesa da ditadura de Nicolás Maduro.

“Declarações como esta não podem ser ignoradas e exigem uma forte condenação dos órgãos institucionais, das Forças Armadas Nacionais e do mundo. Isso também demanda a necessidade de incrementar ao máximo a pressão interna e externa contra aqueles que colaboram com o regime ditatorial”, afirmou Guaidó.

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