publicidade
Mundo

Trump diz que não há negociações com o Irã para encerrar a guerra

Governo iraniano condiciona reabertura de Ormuz ao cumprimento de acordo

O que Trump sinaliza, é o reconhecimento de que o Brasil de outubro de 2026 importa para a geometria do continente de uma forma que nenhuma outra eleição talvez tenha importado | Foto: Reuters/Sipa USA
Trump fez publicação na rede Truth Social | Foto: Reuters/Sipa USA

Confira o resumo que a OESTE.IA, a IA da Revista Oeste, fez pra você

O presidente dos EUA, Donald Trump, declarou em 18 de agosto de 2026, que não há negociações com o Irã para encerrar a guerra, apesar de relatos de contatos entre autoridades. Ele reafirmou que o bloqueio naval permanece e o Estreito de Ormuz está operando. Enquanto isso, Jared Kushner, um de seus assessores, disse que as conversas estavam mais intensas do que nunca.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou na terça-feira, 18, que não há conversas em andamento ou previstas com o Irã para encerrar a guerra. A declaração ocorre depois de integrantes de seu governo relatarem contatos com autoridades iranianas.

“Não há conversas nem negociações acontecendo, nem programadas, com a República Islâmica do Irã”, escreveu Trump na rede Truth Social. O republicano também afirmou que o bloqueio naval continua em vigor e que o Estreito de Ormuz está aberto e operando. Segundo ele, já houve a remoção ou a detonação de todas as minas marítimas.

Receba nossas atualizações

No entanto, Jared Kushner, genro de Trump e um de seus principais assessores, afirmou à emissora norte-americana Fox News, nesta segunda-feira, 17, que as conversas entre os dois governos eram mais intensas do que em qualquer outro momento.

+ Leia mais notícias de Mundo em Oeste

O avanço das negociações de paz e a retomada do tráfego de navios-tanque pelo Estreito de Ormuz foram interrompidos. O impasse ameaça prolongar o conflito iniciado por Estados Unidos e Israel com ataques contra o Irã em 28 de fevereiro.

Irã condiciona abertura do Estreito de Ormuz

O principal negociador iraniano, Mohammad Baqer Qalibaf, afirmou que o Estreito de Ormuz continuará fechado. Isso acontecerá, segundo ele, até que os EUA cumpram as condições de um acordo provisório firmado com o Irã em junho. Nesta segunda-feira, porém, Trump afirmou que não pretendia estender esse acordo.

As exigências do Irã incluem o fim do bloqueio aos portos iranianos, a suspensão das sanções ao petróleo, a liberação de ativos congelados de Teerã e o encerramento de ameaças e operações militares em todas as frentes.

Leia também: “Trump ameaça Omã em meio a impasse com Irã”

Dados da Kpler mostram que apenas 28 embarcações cruzaram o Estreito de Ormuz entre sexta-feira e domingo. Antes do início da guerra, no fim de fevereiro, a média era de 130 navios por dia, segundo o Congressional Research Service.

Um integrante do alto escalão iraniano afirmou à Reuters na segunda-feira que o país adotará uma postura “totalmente ofensiva”, porque as negociações para encerrar a guerra de forma permanente estagnaram.

0 comentários
Nenhum comentário para este artigo, seja o primeiro.
Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade