publicidade
Brasil

Anvisa proíbe venda de 6 tipos de sal anunciados na internet

Agência determinou apreensão de produtos

O sal de cozinha é um dos minerais mais importantes na história humana | Foto: Shutterstock
O sal de cozinha é um dos minerais mais importantes na história humana | Foto: Shutterstock

Confira o resumo que a OESTE.IA, a IA da Revista Oeste, fez pra você

• Anvisa determinou apreensão e proibiu comercialização de seis produtos de sal vendidos sem regularização sanitária em plataformas eletrônicas.
• Resolução afirma que os produtos eram produzidos e comercializados por estabelecimentos não licenciados, não localizados e classificados como clandestinos.
• Anvisa identificou propagandas não permitidas com alegações sobre câimbras, fadiga muscular, hidratação, reposição mineral e recuperação depois de esforço intenso.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão e proibiu a comercialização de seis produtos de sal sem regularização sanitária vendidos em plataformas de comércio eletrônico. A medida foi publicada na última terça-feira, 4.

+ Leia mais notícias de Brasil em Oeste

Receba nossas atualizações

A decisão atinge os produtos Quanqton Ocean Salts, Sal Integral Quanqton, Sal Perfeito, New Quantic, Endurance e Sal Marinho Integral, comercializados em embalagens de 250 gramas, um quilo e dois quilos. Segundo a resolução, os produtos também aparecem associados à marca Stelas Company.

Além da apreensão, a Anvisa proibiu a fabricação, importação, distribuição, comercialização, propaganda e uso dos produtos. A agência afirma que eles são produzidos e vendidos por estabelecimentos “não licenciados e não localizados (clandestinos)”. A resolução identifica as empresas e os respectivos CNPJs como desconhecidos.

Anvisa suspende autorização de dois medicamentos contra a covid-19
Fachada do edifício-sede da Anvisa, em Brasília | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Propagandas atribuíam benefícios ao sal

A Anvisa também apontou irregularidades na publicidade dos produtos. Entre as alegações identificadas está a de “sal marinho integral com concentração elevada de magnésio – desenvolvido para atletas que precisam de reposição mineral real durante e após o esforço físico intenso”.

Segundo a resolução, as propagandas também afirmavam que o produto “evita câimbra e fadiga muscular” e indicavam seu uso para “reposição mineral durante treinos longos e provas”. Outros anúncios mencionavam “hidratação celular real – não só água, mas eletrólitos que o corpo absorve” e “recuperação mais rápida após esforço intenso”.

A agência ainda identificou informações irregulares nos rótulos, como “Sal integral – 100% Natural” e “Sal integral não refinado”. A resolução determina a medida preventiva com base em infrações à legislação sanitária.

Leia também: “Agro sem burocracia”, artigo de Artur Piva publicado na Edição 250 da Revista Oeste

Leia mais:

0 comentários
Nenhum comentário para este artigo, seja o primeiro.
Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade