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• Anvisa determinou apreensão e proibiu comercialização de seis produtos de sal vendidos sem regularização sanitária em plataformas eletrônicas.
• Resolução afirma que os produtos eram produzidos e comercializados por estabelecimentos não licenciados, não localizados e classificados como clandestinos.
• Anvisa identificou propagandas não permitidas com alegações sobre câimbras, fadiga muscular, hidratação, reposição mineral e recuperação depois de esforço intenso.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão e proibiu a comercialização de seis produtos de sal sem regularização sanitária vendidos em plataformas de comércio eletrônico. A medida foi publicada na última terça-feira, 4.
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A decisão atinge os produtos Quanqton Ocean Salts, Sal Integral Quanqton, Sal Perfeito, New Quantic, Endurance e Sal Marinho Integral, comercializados em embalagens de 250 gramas, um quilo e dois quilos. Segundo a resolução, os produtos também aparecem associados à marca Stelas Company.
Além da apreensão, a Anvisa proibiu a fabricação, importação, distribuição, comercialização, propaganda e uso dos produtos. A agência afirma que eles são produzidos e vendidos por estabelecimentos “não licenciados e não localizados (clandestinos)”. A resolução identifica as empresas e os respectivos CNPJs como desconhecidos.

Propagandas atribuíam benefícios ao sal
A Anvisa também apontou irregularidades na publicidade dos produtos. Entre as alegações identificadas está a de “sal marinho integral com concentração elevada de magnésio – desenvolvido para atletas que precisam de reposição mineral real durante e após o esforço físico intenso”.
Segundo a resolução, as propagandas também afirmavam que o produto “evita câimbra e fadiga muscular” e indicavam seu uso para “reposição mineral durante treinos longos e provas”. Outros anúncios mencionavam “hidratação celular real – não só água, mas eletrólitos que o corpo absorve” e “recuperação mais rápida após esforço intenso”.
A agência ainda identificou informações irregulares nos rótulos, como “Sal integral – 100% Natural” e “Sal integral não refinado”. A resolução determina a medida preventiva com base em infrações à legislação sanitária.
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