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A greve dos ferroviários afetou as linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade da CPTM nesta terça-feira, 4, desrespeitando uma decisão do TRT que exigia 80% do efetivo nos horários de pico. Apenas 67% dos trabalhadores estavam em atividade, com apenas três dos 126 maquinistas presentes. A Linha 13-Jade ficou paralisada pela manhã, voltando a operar parcialmente à tarde. O governo paulista implementou um plano de contingência, reforçando a operação do Metrô e mobilizando 128 ônibus para atender os passageiros.
A greve dos ferroviários continuou afetando as linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) nesta terça-feira, 4. Segundo a companhia, o movimento descumpriu a decisão do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), que determinou a manutenção de pelo menos 80% do efetivo nos horários de pico.
De acordo com a CPTM, o índice de trabalhadores em atividade ficou em 67% durante a manhã. A companhia informou que apenas três dos 126 maquinistas escalados compareceram ao serviço. Para manter parte da operação, 24 supervisores assumiram a condução dos trens.
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A Linha 13-Jade, que permaneceu totalmente paralisada durante a manhã, voltou a operar parcialmente no período da tarde entre as estações Aeroporto-Guarulhos e Engenheiro Goulart, com apenas uma composição em circulação. As linhas 11-Coral e 12-Safira continuaram atendendo os passageiros de forma parcial desde o início do dia.
Em condições normais, a Linha 11 opera com 31 trens nos horários de maior movimento. Nesta terça-feira, circulavam 15 composições. Na Linha 12, a frota caiu de 24 para quatro trens. Já a Linha 13 operava com apenas uma composição, contra cinco em dias sem paralisação.
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Na segunda-feira, 3, o TRT determinou que o sindicato mantivesse ao menos 80% dos trabalhadores em atividade nos horários de pico e 60% nos demais períodos. Em caso de descumprimento, a entidade poderá pagar multa diária de R$ 400 mil.
Segundo a CPTM, a operação parcial foi mantida entre Palmeiras-Barra Funda e Guaianases, na Linha 11, entre Brás e Engenheiro Goulart, na Linha 12, e entre Aeroporto-Guarulhos e Engenheiro Goulart, na Linha 13.
Governo aciona plano de contingência
Para reduzir os impactos da paralisação, o governo paulista colocou em prática um plano de contingência. O Metrô reforçou a operação nas linhas administradas pelo Estado, enquanto o Plano de Apoio entre Empresas em Situação de Emergência (Paese) mobilizou 128 ônibus para atender passageiros das três linhas afetadas.
As linhas 7-Rubi, 8-Diamante, 9-Esmeralda e 10-Turquesa operaram normalmente. O governo também informou que reforçou o policiamento no entorno das estações e ampliou as equipes de orientação aos passageiros nas principais integrações.
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