publicidade
Brasil

Polícia Federal desmonta bando que movimentou R$ 2 bilhões em jogos de azar

Agentes cumprem 11 mandados de busca e apreensão e nove de prisão preventiva em São José do Rio Preto (SP), Rio de Janeiro e Campo Grande

Agentes da Polícia Federal cumpriram mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão | Foto: Divulgação/ PF
Agentes da Polícia Federal em ação: operação mira grupo criminoso que lavava dinheiro | Foto: Divulgação/ PF

Confira o resumo que a OESTE.IA, a IA da Revista Oeste, fez pra você

A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira, 29, a Operação Conexão Rio Preto, mirando uma organização criminosa envolvida em lavagem de dinheiro de jogos de azar. A operação inclui 11 mandados de busca e apreensão e nove de prisão preventiva em São José do Rio Preto (SP), Rio de Janeiro e Campo Grande (MS), resultando na prisão de seis pessoas.

A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quarta-feira, 29, a Operação Conexão Rio Preto, cujo alvo é uma organização criminosa investigada por lavagem de dinheiro oriundo de jogos de azar.

A ação conta com o apoio Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP).

Receba nossas atualizações

Os agentes cumprem 11 mandados de busca e apreensão e nove de prisão preventiva nas cidades de São José do Rio Preto (SP), Rio de Janeiro e Campo Grande. Até o momento, seis pessoas foram presas.

+ Leia mais notícias de Brasil em Oeste

Como a quadrilha atuava

As investigações revelaram que o grupo criminoso lavava dinheiro por meio de empresas de fachada e operadores financeiros que ocultavam recursos ilícitos provenientes da exploração de jogos de azar no Estado do Rio.

Segundo a PF, um dos núcleos da quadrilha atuava em São José do Rio Preto e utilizava empresas da construção civil para movimentação e ocultação dos recursos.

Ao atender a um pedido da PF, a Justiça determinou o bloqueio de até R$ 2 bilhões dos investigados. Entre os bens indisponibilizados, estão imóveis, veículos e ativos financeiros.

Os suspeitos devem responder pelos crimes de lavagem de dinheiro e organização criminosa.

“A investigação também prossegue para identificar outras pessoas que possam ter sido usadas e beneficiadas por esse esquema legal de lavar dinheiro, assim como os grandes organizadores que mandavam os recursos ilícitos”, afirma Alexandre Manoel Gonçalves, delegado da PF.

Leia também: “Polícia prende quadrilha que enviava cocaína à Europa em sacos de café e de cimento”

Leia também

0 comentários
Nenhum comentário para este artigo, seja o primeiro.
Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade