publicidade
Brasil

Professores da USP entram em greve por reajuste salarial

Docentes aderiram ao movimento iniciado por estudantes e servidores; alunos chegaram a invadir um prédio da administração da universidade

Os docentes aprovaram a adesão da paralisação em assembleia geral da Associação dos Docentes da Universidade de São Paulo | Foto: Divulgação/USP

Professores da Universidade de São Paulo (USP) aprovaram nesta segunda-feira, 25, uma greve e ampliaram a mobilização que já envolve estudantes de mais de cem cursos há mais de um mês.

Os docentes aprovaram a adesão à paralisação em assembleia geral da Associação dos Docentes da Universidade de São Paulo. O movimento cobra reajuste salarial, melhorias na permanência estudantil e a retomada das negociações com a reitoria.

Receba nossas atualizações

Greve na USP

A paralisação estudantil começou em abril e já alcança mais de cem cursos da USP. Entre as principais reivindicações dos alunos estão a ampliação das bolsas e auxílios, melhorias na moradia estudantil e mudanças na política de assistência da universidade.

Leia também: “Desordem ilegal

Algumas ações terminaram em confusão com parlamentares e mobilização da Polícia Militar.

Os docentes defendem a retomada das negociações entre a reitoria e os estudantes, o fortalecimento do Programa de Apoio à Permanência e Formação Estudantil e a “não criminalização do movimento estudantil”.

Agora, os professores também querem negociar reajustes salariais, que, segundo eles, estão atrasados.

Os servidores técnico-administrativos da USP foram os primeiros a realizar uma paralisação. A categoria cobrava reajuste salarial e melhores condições de trabalho. O movimento chegou ao fim ainda em abril, depois de um acordo com a reitoria.

Negociações sem acordo

A reitoria e representantes dos estudantes realizaram reuniões nas últimas semanas, mas não chegaram a um acordo. O encontro mais recente ocorreu na manhã desta segunda-feira e terminou sem avanços.

A administração da universidade propôs corrigir os auxílios estudantis pela inflação. Os estudantes, porém, exigem aumentos mais amplos nos benefícios de permanência.

Com a adesão dos professores, a paralisação ganha força e pode afetar o calendário acadêmico da maior universidade pública do país.

+Leia mais notícias de Brasil em Oeste

1 comentário
  1. Augusto de Resende Filho
    Augusto de Resende Filho

    Primeiro a greve dos servidores, vandalismo, passeatas inúteis, agora greve dos professores. Altera o vinculo, chame profissionais que queiram trabalhar. O Brasil está em uma crise financeira, social, e diplomática. A turma woke e bestial.

Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade