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Brasil

Samarco retoma atividades em Mariana cinco anos após tragédia

Empresa voltou a extrair minério de ferro do complexo onde barragem se rompeu, matando 19 pessoas e causando um estrago ambiental no Brasil

O rompimento da barragem de rejeitos da mineradora Samarco, cujos donos são a Vale a anglo-australiana BHP, causou uma enxurrada de lama que inundou várias casas no distrito de Bento Rodrigues, em Mariana, na Região Central de Minas Gerais | Foto: Rogério Alves/TV Senado
O rompimento da barragem de rejeitos da mineradora Samarco, cujos donos são a Vale a anglo-australiana BHP, causou uma enxurrada de lama que inundou várias casas no distrito de Bento Rodrigues, em Mariana, na Região Central de Minas Gerais | Foto: Rogério Alves/TV Senado

Empresa voltou a extrair minério de ferro do complexo onde barragem se rompeu, matando 19 pessoas e causando um estrago ambiental no Brasil

Samarco, Mariana
O rompimento de uma barragem em Mariana (MG) resultou em um dos maiores desastres ambientais do Brasil | Foto: Rogério Alves/TV Senado

A Samarco retomou a retirada de minério de ferro do complexo da empresa em Mariana (MG), onde, cinco anos atrás, uma barragem se rompeu. Além de matar 19 pessoas, o incidente se tornou uma das maiores tragédias ambientais do Brasil: toneladas de rejeito atingiram florestas e, pelo Rio Doce, a lama chegou ao litoral do Espírito Santo depois de passar por 40 municípios.

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O retorno das operações da Samarco, que é uma joint venture criada pelas gigantes do setor de mineração Vale e a anglo-australiana BHP Billiton, ocorre antes mesmo de os moradores do distrito de Bento Rodrigues, em Mariana, destruído pela lama, passarem a morar no chamado Novo Bento Rodrigues, uma recriação do original, próximo ao local da tragédia. As famílias ainda moram em casas alugadas pela empresa em Mariana. Cerca de 600 pessoas aguardam pelas moradias no novo distrito.

A retomada da Samarco ocorreu na quarta-feira 23. A barragem da empresa, chamada Fundão, ruiu em 5 de novembro de 2015. Até hoje, ninguém foi responsabilizado pelo rompimento da estrutura.

Leia também: “5 anos da tragédia de Mariana: O que foi feito até agora?”

Com informações do Estadão Conteúdo

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