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Brasil

TCU suspende pagamento de adicional de R$ 1 bilhão a juízes

Benefício, extinto desde 2006, havia sido restabelecido pelo CNJ

juízes
O Tribunal de Contas da União determinou a suspensão do benefício | Foto: Foto: Divulgação

O Tribunal de Contas da União (TCU) determinou a suspensão do pagamento adicional que havia sido reintroduzido ao salário de juízes federais. A decisão é do ministro Jorge Oliveira. O magistrado citou “grave risco de dano ao erário”.

“Pondero que as circunstâncias do caso justificam a atuação incisiva do Tribunal no sentido de fazer cessar os pagamentos inquinados, não podendo esta Corte furtar-se a exercer sua competência e seu controle de legalidade, como guardião e garantidor do bom emprego dos dinheiros públicos, bem como, se for o caso, de buscar a devida reparação aos cofres federais dos prejuízos concretizados, no momento processual adequado”, escreveu o ministro na decisão.

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O chamado adicional por tempo de serviço (ATS) estava extinto havia 17 anos. Por decisão monocrática do ministro Luis Felipe Salomão, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), o benefício foi restabelecido.

Salomão atendeu pedido do Conselho da Justiça Federal que autorizava tanto o pagamento retroativo — suspenso desde 2006 — quanto a volta desse benefício aos contracheques e holerites dos juízes federais. O salário extra aos magistrados poderia custar até R$ 1 bilhão aos cofres públicos.

4 comentários
  1. Washington Alencar
    Washington Alencar

    UM JUIZ AUTORIZAR UM BENEFICIO DESSA MONTA SEM FAZER UM ESTUDO DO IMPACTO NOS COFRES PÚBLICOS E DE UMA FALTA MUITO GRANDE DE INTELIGÊNCIA OU MAU CARATISMO,MAIS COMO ABSOLVERAM CIRO DARLAN FICO COM A SEGUNDA OPÇÃO.
    CNJ EXISTE PRA QUÊ?

  2. Ivin
    Ivin

    Quando é que um bom deputado vai propor um PROJETO DE LEI pra normatizar o aumento de salários, com regras e fundamentos a serem seguidos por todo o setor público.
    Tem projeto pra toda porcaria, mas pro que precisa, nada.
    EI, PARLAMENTAR DE DIREITA???

  3. Omar Mota
    Omar Mota

    O judiciário brasileiro está moralmente falido, é uma intituição nefasta dominada pelo egoísmo e corporativismo de seus membros. Tomam decisões monocráticas, devem tirar no palitinho quem vai se desgastar enquanto o colegiado espertamente se omite.

  4. Carlos Alberto Chiappa
    Carlos Alberto Chiappa

    Até que enfim vemos uma autoridade agindo em favor da legalidade, preservando os interesses do cidadão brasileiro.

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