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Marco Aurélio Ribeiro, ex-chefe de gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e assessor da campanha à reeleição, revelou ter recebido um empréstimo de R$ 249 mil da empresária Roberta Luchsinger, investigada pela Polícia Federal por fraudes no INSS. Em nota, Marcola afirmou que a transação foi privada e já quitada, apresentando documentos à Justiça. A PF investiga Luchsinger por sua suposta ligação com o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes.
O ex-chefe de gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e atual assessor da campanha à reeleição, Marco Aurélio Ribeiro, conhecido como Marcola, afirmou que recebeu um empréstimo de R$ 249 mil da empresária Roberta Luchsinger, investigada pela Polícia Federal (PF) no caso das fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Em nota divulgada nesta terça-feira, 4, Marcola afirmou que a operação teve natureza “estritamente privada”, sem nenhuma relação com o Palácio do Planalto. Segundo ele, já quitou o empréstimo.
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O assessor informou ainda que apresentou à Justiça documentos relativos aos seus sigilos bancário e fiscal e constituiu advogado para prestar esclarecimentos às autoridades. Até o momento, ele não figura como investigado em inquéritos relacionados ao caso.
O portal Poder360 revelou a existência da transferência. Em manifestações anteriores, Marcola já havia admitido a realização de um empréstimo pessoal, mas ainda não havia informado o valor nem a data da operação.
Polícia Federal investiga lobista
A Polícia Federal investiga Roberta Luchsinger por suspeita de participar da movimentação de recursos ligados ao esquema de fraudes no INSS. A investigação também apura se ela atuou como intermediária entre o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, e Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.

A empresária foi alvo de uma fase da Operação Sem Desconto, em dezembro de 2025. Segundo a PF, ela recebeu R$ 1,5 milhão do lobista. Os investigadores apuram se parte desses recursos teria servido para aproximá-lo de Lulinha.
Há ainda referência, na investigação, a um pagamento de R$ 300 mil destinado ao “filho do rapaz”, expressão que a Polícia Federal interpretou como uma possível referência a Lulinha. A defesa do empresário nega essa versão.
Os advogados de Fábio Luís afirmam que ele mantém relação de amizade com Roberta Luchsinger, mas sustentam que o contato com o “Careca do INSS” ocorreu apenas em uma tentativa de negócio que envolve medicamentos à base de Cannabis e negam qualquer irregularidade.
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