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Política

Equipe de Flávio projeta novas regras para posse e porte de armas

Grupo de transição defende regras permanentes para aquisição de arma e busca reduzir mudanças regulatórias entre governos

Flávio evento influenciadores
Flávio promete, se eleito, mudar política de armas | Foto: Divulgação/Vittor Sales

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Um possível governo de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) planeja rever as políticas de armas do governo Lula, buscando regras claras para proprietários e reduzindo a insegurança jurídica. O deputado Marcos Pollon (PL-MS) apresentou a proposta, que inclui a criação de uma legislação permanente para a posse e porte de armas, sem depender de decretos. Pollon é autor do PL 1268/2023, que visa garantir a posse legal e proibir o confisco.

Um eventual governo de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pretende rever as medidas adotadas pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva na política de armas. O grupo defende regras objetivas para posse e porte de arma e busca reduzir a insegurança jurídica provocada por mudanças regulatórias entre governos.

O deputado federal Marcos Pollon (PL-MS) detalhou a proposta ao jornal Gazeta do Povo. Flávio anunciou Pollon como integrante da equipe de transição para a área de legítima defesa, caso o PL vença as eleições de outubro de 2026.

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Pollon defende uma legislação permanente, com critérios claros para aquisição e porte de armas. Segundo o deputado, a prioridade é estabelecer regras racionais e garantir o direito de quem cumprir os requisitos previstos.

Mudanças legislativas no Congresso para posse e porte de armas

O grupo pretende ir além da reversão dos decretos do governo Lula. A proposta prevê substituir o modelo atual por uma legislação mais ampla, sem depender de atos do Poder Executivo.

Pollon é autor do PL n° 1.268/2023, que tramita no Congresso. O texto busca garantir a posse de armas ao cidadão que cumprir os requisitos legais e proíbe o confisco pelo poder público.

O deputado avalia que uma lei aprovada pelo Congresso dificultaria mudanças nas regras por decreto de futuros presidentes. Segundo Pollon, já existe maioria parlamentar para aprovar a pauta. Ele afirma que o alinhamento com um eventual governo Flávio pode viabilizar uma legislação voltada à segurança jurídica e à legítima defesa.

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