publicidade
Política

Projeto proíbe Prefeitura de São Paulo de comprar alimentos do MST

Proposta enfrenta resistência de vereadores e pode alterar políticas de abastecimento escolar

MST
O texto tramita sob o número PL 9/2025 e encontra-se atualmente na Comissão de Constituição e Justiça | Foto: Reprodução/Flickr

A Câmara Municipal de São Paulo analisa um projeto de lei que proíbe a prefeitura de adquirir alimentos produzidos por integrantes da reforma agrária ou pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

De autoria da vereadora Sonaira Fernandes (PL), a proposta veta a compra de produtos agrícolas e pecuários originados em áreas ocupadas, mesmo quando há decisões judiciais que garantem a posse ou quando a produção é realizada por famílias assentadas.

Receba nossas atualizações

+ Leia mais notícias de Política em Oeste

Portanto, Sonaira defende o respeito à propriedade privada e a manutenção da ordem jurídica. Ela também combate o que classifica como práticas que geram insegurança no campo.

O texto tramita sob o número PL 9/2025 e encontra-se atualmente na Comissão de Constituição e Justiça, com relatoria do vereador Dr. Milton Ferreira (Podemos).

Como resultado, os vereadores analisaram a proposta, mas não deram votos suficientes para que avançasse. Por isso, a Câmara suspendeu a tramitação até o segundo semestre, quando o texto deve voltar à pauta.

O principal foco de contestação parte da oposição, especialmente da bancada do Psol, que considera o projeto inconstitucional. Os opositores também argumentam que a proposta contraria leis municipais que incentivam a compra de alimentos orgânicos ou agroecológicos para a merenda escolar.

Projeto enfrenta críticas de bancada ligada a movimentos sociais

Para integrantes da chamada bancada feminista — mandato coletivo associado ao Psol —, o projeto representa uma tentativa de criminalizar os movimentos ligados à reforma agrária.

+ Leia também: “Cabeça do MST é contra a picanha do Brasil”

A vereadora Silvia Ferraro afirmou que, se aprovado, o projeto será um retrocesso. Ela destaca que a agricultura familiar é responsável por grande parte do fornecimento de alimentos às escolas da rede municipal. Agora, caberá ao plenário decidir o destino da proposta, caso ela avance na comissão. O embate promete se intensificar no retorno dos trabalhos legislativos.

2 comentários
  1. Daniel BG
    Daniel BG

    Totalmente a favor da interpretação da vereadora. Comparo a produção do MST a um puchadinho do que é bem conhecido como espoliação esquerdista sobre a terra e a prioridade privada.

    MST é organização criminosa.

  2. O BELFORROXENSE
    O BELFORROXENSE

    Eu já boicoto essa tal “terra viva” marca do MST, porque os produtos são sempre mais caros mesmo… E que na verdade não poderia nem ter nenhuma autorização para comercializar, já que nem CPNJ tem, essa quadrilha de terroristas..

Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade