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• O senador Rogério Marinho (PL-RN) criticou ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e pediu que a Corte volte a ser uma instância constitucional;
• Em entrevista à CNN Brasil, ele repudiou um encontro entre o presidente Lula e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, na casa do ministro Alexandre de Moraes;
• Marinho se posicionou a favor da análise de crimes de responsabilidade de ministros do STF;
• O parlamentar mencionou que já assinou pedidos de impeachment.
O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República, fez críticas ao comportamento de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). O parlamentar afirmou que a mais alta instância do Poder Judiciário precisa “voltar a ser uma Corte constitucional”.
Em entrevista à CNN Brasil nesta segunda-feira, 10, Marinho repudiou o encontro entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), na semana passada, na residência do ministro Alexandre de Moraes, do STF.
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Como noticiou Oeste, quem articulou o encontro foi o ministro Cristiano Zanin, do STF, que foi advogado de Lula e indicado pelo petista para a Corte. O ministro Flávio Dino, que comandou a pasta da Justiça e Segurança Pública no início do governo e também foi indicado por Lula ao STF, ajudou a fazer a ponte entre os chefes do Executivo e do Legislativo.
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“Acho que não é o papel de um ministro do STF”, afirmou Marinho. “Essas coisas precisam deixar de ser banalizadas.”
Indagado se, como senador, apoiaria o impeachment de ministros do Supremo, o parlamentar disse que é “a favor não do impeachment, mas da análise de crime de responsabilidade que será julgado”.
“Assinei todos os pedidos de abertura de impeachment sempre que vi indícios, mas espero que sejam instalados”, comentou o senador. “Isso resolve se o STF voltar a ser uma Corte constitucional, não uma delegacia de polícia, que vai de briga de galo a marco temporal.”
Até o momento, o Senado acumula mais de 50 pedidos de impeachment contra Moraes. Nenhuma das propostas avançou. Cabe aos senadores julgarem os ministros da Corte por eventuais crimes de responsabilidade.
“Se nós tivermos uma maioria suficiente, espero pelo menos que eles [processos de impeachment] sejam instalados”, completou Marinho.
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