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Política

Tarcísio defende o fim da reeleição e pede reforma política

Candidato à reeleição em SP participou de sabatina do jornal O Globo

Tarcísio de Freitas, candidato à reeleição ao governo de São Paulo Foto: Divulgação/GovSP
Tarcísio de Freitas, candidato à reeleição ao governo de São Paulo Foto: Divulgação/GovSP

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O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), participou de uma sabatina em 20 de agosto de 2026, organizada por O Globo, Valor Econômico e CBN. Durante o evento, ele discutiu as composições de chapas de seu partido e a necessidade de focar nas realidades locais, mencionando as disparidades entre as regiões Sul e Nordeste.

Candidato à reeleição, o governador do Estado de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), participou de uma nova sabatina nesta quinta-feira, 20. Organizado pelos veículos O Globo, Valor Econômico e CBN, o evento começou por volta de 10h30.

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A primeira pergunta feita ao político foi sobre as composições de chapas de seu partido no cenário eleitoral de 2026. Tarcísio afirmou que o foco dos partidos, em geral, é fazer bancadas dentro das realidades locais.

“Quando um partido faz a opção pela neutralidade, ele faz aquela que é mais confortável para a bancada”, disse ele, ao destacar as disparidades nos cenários entre as regiões Sul e Nordeste, por exemplo. “A gente pode discutir até que ponto isso é bom para a democracia brasileira, talvez esteja na hora de discutirmos reforma política.”

Em seguida, foi questionado sobre o que enxerga como prioridade em eventual reforma e o principal sintoma disso. “A gente perdeu a capacidade de estabelecer consensos no Brasil”, afirmou o candidato. “Quando a política se desorganiza, as instituições se desorganizam juntas.”

Tarcísio elencou, por exemplo, a questão do voto distrital. “Será que as pessoas estão sendo representadas? Talvez não”, afirmou. “Muitas vezes as pessoas têm dificuldade em nomear o deputado e o senador em que votou.”

O governador também apontou o fim da reeleição como uma possibilidade em uma reforma política mais ampla. “Alguma coisa deixa de ser feita, porque aquele incumbente começa a pensar ‘não posso fazer isso’ ou ‘isso é impopular'”, disse. “Precisamos de pessoas que tomem o desgaste e façam aquilo que precisa ser feito.”

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