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Raquel Lopes, cozinheira catarinense, foi sequestrada no México em dezembro de 2024 e libertada após o pagamento de um resgate de US$ 5 mil. Ela havia fugido do Brasil após ser condenada pelo STF por sua participação nos eventos de 8 de janeiro de 2023. Em janeiro de 2025, pediu asilo nos EUA, mas foi deportada em fevereiro de 2026. Raquel, que já cumpriu parte de sua pena de 16 anos, teve seu pedido de prisão domiciliar negado em agosto de 2026, apesar de problemas de saúde.
Pouco antes do Natal de 2024, criminosos sequestraram a cozinheira catarinense Raquel Lopes no México. Para libertá-la, exigiram US$ 5 mil (cerca de R$ 30 mil, na cotação atual). Familiares, advogados e apoiadores fizeram uma vaquinha, reuniram o dinheiro e pagaram o resgate.
Raquel estava no meio de uma fuga que começara meses antes. Condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por causa do 8 de janeiro, deixou o Brasil e iniciou, na Argentina, uma longa jornada rumo aos Estados Unidos. Fez o caminho como pôde: a pé, de ônibus, de trem, de carona.
Na manhã de 12 de janeiro de 2025, finalmente chegou à fronteira norte-americana. Em vez de tentar entrar clandestinamente no país, apresentou-se às autoridades de imigração. Disse ser perseguida política pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e pediu asilo. A resposta demoraria um ano — período em que permaneceu presa. Com o pedido negado, Raquel acabou deportada para o Brasil.
A jornada havia começado quase dois anos antes, em Brasília. Moradora de Joinville, em Santa Catarina, Raquel é mãe de dois filhos e avó. A cozinheira passou a noite anterior ao 8 de janeiro de 2023 em um hotel e não esteve nos acampamentos montados nas cercanias do Quartel-General (QG) do Exército, na capital federal.
Dados de geolocalização obtidos pela Polícia Federal (PF) mostram que ela chegou à Praça dos Três Poderes às 17h50, quando manifestantes já haviam invadido as sedes dos Poderes. Não há imagens dela depredando os prédios públicos ou atacando agentes de segurança.
Presa naquele dia, deixou a cadeia em 10 de agosto de 2023. Posteriormente, o STF a condenou a 16 anos de prisão. Em 4 de março de 2024, apavorada com a possibilidade de voltar para a cadeia, Raquel rompeu a tornozeleira eletrônica e fugiu para a Argentina, onde, diante da prisão de brasileiros no país, decidiu iniciar a travessia rumo aos EUA.

Deportada, Raquel desembarcou no Aeroporto Internacional de Confins, em Minas Gerais, em 5 de fevereiro de 2026. Permaneceu um mês no Presídio José Abranches Gonçalves, em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, até que, em 4 de março, o ministro Alexandre de Moraes autorizou sua transferência para Joinville (SC).
Apesar de estar mais perto dos filhos, Raquel continuará presa. Em 17 de agosto, Moraes negou o pedido de prisão domiciliar humanitária apresentado pela defesa, que alegou incompatibilidade entre o estado de saúde da cozinheira e a assistência oferecida no presídio.
Um relatório da unidade prisional informou que ela apresenta condições clínicas estáveis e pode receber acompanhamento ambulatorial dentro da cadeia, desde que tenha acesso aos exames e especialistas indicados. O documento registra que Raquel aguarda uma mamografia para investigar um nódulo na mama esquerda, exames sobre uma lesão na parede abdominal e uma hérnia, além de avaliações relacionadas a dores crônicas na coluna, hipertensão, refluxo e lesões cutâneas.
Com base no relatório e em parecer contrário da Procuradoria-Geral da República, Moraes concluiu que não existe situação excepcional que justifique a transferência para casa. Aos 53 anos, Raquel cumpriu um ano, um mês e 16 dias da pena de 16 anos e seis meses e ainda não obteve nenhum abatimento.
O caso de Raquel não é isolado. Enquanto o STF mantém suspensa há mais de 90 dias a Lei da Dosimetria e não pauta o julgamento definitivo das ações contra a norma, outros condenados pelo 8 de janeiro continuam presos sob penas que a legislação aprovada em maio pelo Congresso Nacional poderia reduzir.
Longa espera
Entre os muitos condenados que ainda aguardam a boa vontade do STF em cumprir a lei está Charles dos Santos, de 45 anos. O pedreiro saiu de casa, no município de Serra (ES), em 6 de janeiro de 2023. Viajou gratuitamente para Brasília em um ônibus com outros manifestantes e ficou no acampamento no QG.

No dia 8, acompanhou o grupo que seguiu até a Praça dos Três Poderes e acabou preso no Planalto. Ao ser encaminhado a uma penitenciária, nunca mais voltou para casa, principalmente em razão da condenação a 13 anos.
A prisão de Charles alterou a rotina de toda a família. O pai, Raimundo José, também é pedreiro e recebe pouco mais de um salário mínimo por mês. Parte do dinheiro serve para pagar a pensão dos dois filhos de Santos e ajudar nos custos da defesa.
A cada 15 dias, Raimundo enfrentava mais de 48 horas de ônibus entre Serra e Brasília para visitar o filho na Papuda. De acordo com ele, cada viagem custava cerca de R$ 700 e exigia seu afastamento do trabalho. Sem recursos para permanecer na capital federal, fazia o percurso de ida e volta e, por vezes, conseguia pagar apenas uma refeição.
Enquanto esteve em regime fechado, Santos trabalhou, estudou e manteve bom comportamento. Fez cursos e participou de projetos de leitura. As atividades permitiram o abatimento de 254 dias da pena. Por isso, em agosto de 2025, Moraes reconheceu que o réu havia preenchido os requisitos para progredir ao regime semiaberto. A mudança, todavia, não representou o retorno à normalidade.
Santos permaneceu durante meses na Papuda à espera de uma vaga no Espírito Santo. Somente em janeiro deste ano, recebeu autorização para ser transferido para Vila Velha, mas continua cumprindo pena em regime fechado, apesar dos pedidos da defesa para que lhe seja concedida prisão domiciliar.
A indefinição também alcança réus com penas menores, porém submetidos a restrições mesmo diante de condições graves de saúde. É o caso de Renan Silva, de 31 anos, morador de Feira de Santana (BA). Diagnosticado com esquizofrenia e deficiência intelectual moderada, ele faz acompanhamento no Centro de Atenção Psicossocial desde março de 2015.
Relatórios médicos registram déficit cognitivo, atraso no desenvolvimento neuropsicomotor, dificuldades de aprendizagem e episódios psicóticos controlados com medicamentos. Os documentos também apontam que Silva possui capacidade limitada para responder pelos atos da vida civil.
Silva permaneceu no acampamento diante do QG e acabou detido depois da ordem de desocupação. Conforme a Defensoria Pública, passou aproximadamente 150 dias na cadeia e apresentou piora do quadro psiquiátrico. Em regime domiciliar, teve surtos provocados pela tornozeleira, durante os quais tentava arrancar o equipamento e ferir a si próprio.
Mesmo diante dos laudos, a maioria do STF decidiu condená-lo em 5 de agosto deste ano. A Corte fixou a pena em um ano de reclusão por associação criminosa e incitação ao crime, substituída por 225 horas de serviços comunitários. Renan também terá de participar de um curso presencial de 12 horas sobre democracia, não poderá deixar a comarca nem usar as redes sociais e continuará com o passaporte suspenso. Além de receber 20 dias-multa, foi condenado ao pagamento de R$ 5 milhões com outros réus.
Problemas de saúde também ocupam o centro da história de Davi Torres, morador do Distrito Federal e portador de hanseníase. As lesões nos nervos deixaram sequelas permanentes: ele teve partes dos dedos amputadas e perdeu movimentos das mãos.
Separado e pai de seis filhos, Torres vendia balas nas proximidades do QG para complementar a renda. Segundo sua advogada, recebe cerca de R$ 800 mensais da aposentadoria por invalidez, paga pensão e depende da rede pública para realizar os tratamentos médicos.

Detido em 9 de janeiro de 2023, Torres passou aproximadamente dois meses na Papuda, onde dividiu uma cela pequena com outros 13 presos. Ao deixar o presídio, começou a usar tornozeleira eletrônica.
A defesa alegou a Moraes que o equipamento machucava a perna atingida pelas feridas da lepra, causava inchaço e agravava as lesões. Os deslocamentos para receber atendimento médico também provocaram registros de saída da área permitida pela Justiça. Os advogados apresentaram as explicações e pediram a retirada do aparelho, mas Moraes não autorizou e ainda determinou o retorno de Torres à prisão.
O STF condenou Torres a um ano por associação criminosa e aplicou multa equivalente a dez salários mínimos por incitação ao crime. No mês passado, Moraes reconheceu o cumprimento da pena relativa à associação criminosa e declarou extinta essa parte da punição. A cobrança financeira, porém, continua. Torres tem de pagar R$ 16 mil. A advogada, agora, tenta uma forma de isentá-lo.
Castigo prolongado
As consequências das punições não se restringem à saúde. Para Laudio Mateus Nimmer, de 50 anos, as medidas comprometeram justamente a atividade da qual dependia para sobreviver. Caminhoneiro, ele acabou detido diante do QG e permaneceu 53 dias na Papuda, sem receber visitas da família.
Nesse período, afirma que alimentou-se de forma precária e usou a mesma camiseta e o mesmo short. Ao deixar a cadeia, preso a uma tornozeleira eletrônica, ficou dois anos e oito meses proibido de viajar, sair à noite e circular nos fins de semana.
As restrições inviabilizaram sua rotina profissional, levaram-no a acumular dívidas e o obrigaram a procurar um novo emprego. O STF condenou Nimmer a um ano de prisão, mas substituiu a pena por 225 horas de serviços comunitários. Ele também terá de participar de um curso sobre democracia e pagar multa equivalente a dez salários mínimos. Segundo o caminhoneiro, juros e correção monetária continuam incidindo sobre o valor. Embora não tenha de voltar à prisão, Nimmer enfrenta as consequências de ficar sem ir trabalhar.
O impacto sobre o trabalho também aparece na história de Ronaldo Canto. Natural de Santana do Livramento (RS), ele perdeu o pai aos cinco anos e ficou órfão de mãe aos 12. À época do 8 de janeiro, trabalhava como vigia de uma escola e estava de férias.
Ronaldo decidiu integrar uma caravana para Brasília ao saber que o ônibus, com 45 lugares, transportaria principalmente mulheres idosas e teria poucos homens para ajudá-las durante a viagem. Canto acabou detido no QG e recebeu pena de um ano.
Após a prisão, as restrições impostas pelo uso da tornozeleira eletrônica prejudicaram o emprego e reduziram a renda familiar. Ele afirma que não recebeu ajuda financeira durante esse período. Assim como Nimmer, enfrentou efeitos profissionais que se prolongaram para muito além do tempo passado na cadeia.
A disposição de ajudar durante uma caravana também levou Jucenara Canabarro a Brasília. Cuidadora de idosos, de 49 anos, ela mora em Cacoal (RO) e trabalhava na cozinha de um dos acampamentos de manifestantes montado às margens da BR-364 quando recebeu o convite para viajar à capital federal e preparar alimentos.
Ela chegou a Brasília no fim do dia 8 de janeiro, depois das invasões e depredações. Com o celular descarregado e sem contato com os demais integrantes da caravana, Jucenara passou a noite no acampamento em frente ao QG. Na manhã seguinte, tentou deixar o local depois da ordem de desocupação, mas militares encaminharam os manifestantes aos ônibus.
Jucenara seguiu para a Academia da PF e, posteriormente, para a Colmeia. Deixou a prisão em 20 de janeiro de 2023 e retornou a Cacoal com tornozeleira eletrônica. Atualmente, aguarda as providências para prestar serviços comunitários, pagar a multa e participar do curso que trata da democracia.
O rosto da espera
Nenhuma das histórias do 8 de janeiro ganhou um rosto tão conhecido quanto a de Débora Rodrigues. Cabeleireira, casada e mãe de dois filhos, ela escreveu “Perdeu, mané” com um batom na estátua em frente ao STF.
Presa em março de 2023, passou dois anos e 11 dias em diferentes penitenciárias paulistas. Relatou celas com cheiro de fezes e urina, água fria com vestígios de penas de urubu, piolhos e ameaças de morte feitas por outras detentas. Durante parte desse período, ficou sem contato com a família. Em março de 2025, Moraes autorizou sua transferência para o regime domiciliar.

Desde então, Débora vive monitorada por tornozeleira e depende de autorização judicial até para trabalhar como cabeleireira ou frequentar a igreja. Por escrever a frase na estátua e participar dos atos daquele dia, recebeu uma pena de 14 anos por cinco crimes: abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado, deterioração do patrimônio tombado e associação criminosa armada.
Há três meses, a Lei da Dosimetria permanece suspensa pelo STF. Enquanto isso, mais de 1,4 mil pessoas já foram responsabilizadas pela manifestação de 2023. Segundo o balanço mais recente da Corte, 190 continuam submetidas a alguma forma de prisão: 111 em regime fechado, 55 em prisão domiciliar, três no semiaberto e 21 preventivamente.
Raquel, Charles, Renan, Davi, Laudio, Ronaldo, Jucenara e Débora são oito rostos por trás desses números — gente simples, que acabou presa, monitorada, endividada e impedida de reconstruir a própria vida. O batom usado por Débora naquele dia foi apagado da estátua em poucos minutos. A condenação a 14 anos permanece. E a lei aprovada pelo Congresso para rever penas completamente desproporcionais continua parada no tribunal que as impôs.

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Xandão 👹 é um carrasco da pior espécie mas, o castigo vai chegar, mais dia menos dia 👹⚖️😡🤬
Diante deste magnifico artigo, pergunto. QUEM VAI PARAR ESTE PSICOPATA E ASSASINO EM SERIE? Onde anda o G.Dias que conduziu toda Trama do 08 de Janeiro sob o comando do psicopata AMORAES, Flavio Dino, lula, e toda a corja petista? Porque a Imprensa esta omissa em ralação ao G.Dias, Exercito macomunado com a BANDA PODRE DO STF, o bandido Edinho Silva que acoitou o lula em Araraquara naquele Dia?
O jornalista tentou ouvir o ministro ou os presidentes da Câmara e Senado para saber em que pé está a aplicação da lei da dosimetria?
O sádico, perverso e psicopata citado, pratica maldade maquiavélica, impiedade extrema, narcisismo maligno; é cruel, desumano e malevolente.
O que será que o espera no futuro?
Prisão perpétua ou internação compulsória?
Aplicar a ele a pena que infligiu, como uma célula solitária sem iluminação?
Seria o ostracismo uma boa medida? Morte civil? Estigma permanente?
Pagará por tudo o que praticou ou somos mesmo um país de bananas?
Não sou a favor da pena de morte, porque em alguns casos pode haver enganos.
Há algum nesse caso ou está tudo claro?
Só posso ter pena dos injustiçados e pena de todos os brasileiros que tem esperanças e acreditam que a justiça triunfara! Eu não creio! O brasil vive de crueldades e injustiças há 500 anos! É his!!
São cidadãos . Nunca foram criminosos, nunca cometeram crime algum no famigerado 08/01.
Por que raios a polícia obedece?? Temos , incluindo a polícia, 129 milhões de motivos para NÃO OBEDECER .
Isso confirma , são presos políticos, sequestrados pelo estado!
LIBERTEM OS REFÉNS DO 08/01!
Não entendi na inicial relação com o sequestro no México.
Creio que esse fato foi citado para mostrar que além de ter sido sequestrada, ainda veio a passar por mais essa injustiça.
Congresso covarde, aceitando passivamente que as leis aprovadas sejam solenemente ignoradas pelos ministros do supremo.
As arbitrariedades desse psicopata e sua quadrilha deixam claro que ele fará o possível e impossível para se livrar do Master.
Pessoalmente, não duvido que irá tentar de todas as formas que o Ladrão (tamb é na quadrilha) seja eleito. Na realidade já vem tentando, desde que emparedou os presidentes dos partidos que certamente apoiariam o Flavio.
Mais de psicopata, é um verdadeiro canalha.
Leandro, Coloquei meu ocmenttário no luigar errado. Não tem nada à ver com resposta ao seu comentário.
LEANDRO, sobre o seu comentário: o CONGRESSO não é covarde. Infelizmente está nas mãos de dois presidentes corruptos e portanto criminosos – ALCOLUMBRE e MOTTA – que tem processos cabeludos no STF e portanto têm rabos presos. Deles e de parentes, tão criminosos quanto eles. A partir dai, estão nas mãos do canalha mor. O Congresso, lamentavelmente, tem centenas de corruptos, criminosos, todos com fichas mais sujas que papel higiênico usado em diarréia. Dai termos algo que não serve para nada. Os poucos que se salvam acabam não tendo voz. E – pasme – tipos como o Mourão, de quem se esperava atitudes sérias, honestas e bastante claras, está escondidinho. Quando abre a boca, parece oratória de padreco do interior. Quiçá para proteger o cargo conseguido para o filho ……
Impossivel entender como pode existir tanta monstruosidade na mente de um ser humano. Tomara que o sofrimento e castigo sejam proporcionais no futuro. Quero estar viva pra ver.
Nós, brasileiros, pensávamos que o DOI -CODI havia sido extinto!!! Está ali na Papuda/Colmeia”. Tenhamos paciência; falta muito pouco para essa situação tenebrosa ser revertida.
Os presos, exilados e perseguidos políticos estão nas minhas orações diárias.
Esse tempo de trevas passará e a verdadeira justiça triunfará .
Aqui de faz , aqui de paga , aguardemos o destino de cada ministro do STF
Nao sou a favor de cadeira elétrica, nem enforcamento; muito menos de injeção letal e pelotao de fuzilamento; mas pra quase tudo na vida há exceções…
Obrigada, Cristyan Costa, por refrescar a memória dos brasileiros contando a triste história dessas pessoas cujas vidas foram destruídas por um psych0 e a gangu€ dele.
Cristyan,
Você merece um prêmio por todas as reportagens sobre os injustiçados pelas ações tirânicas de A de Moraes. Não pare, amigo, até vê-los livres, e o carrasco morto.
Obrigado, cara Luzia, pelo carinho de sempre. Abração
Alexandre de Moraes, o Lavrenti Beria brasileiro já cometeu crimes suficientes sem direito a monitoramento por tornozeleira, mas para permanecer vários anos preso e fora do convivio social. Qualquer acadêmico do curso de Direito sabe disso.
Fazer um “curso de democracia” dessa gente é algo impensável para qualquer humano com 2 neurônios em pleno funcionamento.
Sim.
“AINDA ESTÃO AQUI”
Perfeito!
Um dia este pesadelo vai acabar e essa nuvem negra que paira sobre a nação vai se dissipar.
Até quando a sociedade brasileira e o Congresso Nacional assistirão inertes e insensíveis a esse cipoal de violações legais perpetrado pelo STF que escreve uma das páginas mais negras e cruéis da nossa história?
Chegará o dia, assim espero, que será reconhecido que esse período de tirania nos cobre de vergonha e que os carrascos togados paguem pelos seus crimes.
Prisões ilegais , arbitrarias e abusivas . quando o STF irá pagar por seus crimes ?
Quando?
O sádico, perverso e psicopata citado, pratica maldade maquiavélica, impiedade extrema, narcisismo maligno; é cruel, desumano e malevolente. Um verdadeiro monstro.
O que será que o espera no futuro?
Prisão perpétua ou internação compulsória?
Aplicar a ele a pena que infligiu, como uma célula solitária sem iluminação?
Seria o ostracismo uma boa medida? Morte civil? Estigma permanente?
Pagará por tudo o que praticou ou somos mesmo um país de bananas?
Não sou a favor de pena de morte, porque em alguns casos pode haver enganos. Há algum nesse caso ou está tudo claro?
Desculpe, inseri o comentário erradamente.
Parabéns mais uma vez Cristyan Costa por lembrar dos abandonados do oito de janeiro. Alexandre de Moraes não é mais um ser humano, sua mente e seu comportamento tirânico continua a condenar inocentes. Essa realidade ,a meu ver,só poderá ser revertida com a mudança do governo Lula em outubro de 2026.
Grato pelo carinho, Teresa. Forte abraço
Exatamente Teresa é necessário que isso aconteça razão pela qual todo cidadão com direito a voto deve comparecer as urnas para que possamos extirpar definitivamente lula e o pt da vida politica no Brasil. LULA E PT NUNCA MAIS…….
Esse canalha psicopata, ladrão corrupto vai sofrer muito antes morrer e sra tbm o culpado pelo sofrimento do folho canalh igual a ele