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O equatoriano Byron Xavier Guevara Albuja, detido desde maio em Caxias do Sul (RS), solicitou asilo ao Supremo Tribunal Federal (STF) enquanto enfrenta acusações de fraudes financeiras no Equador, que teriam causado prejuízo de quase R$ 1 milhão. Procurado pela Interpol e com mandado de extradição solicitado pelo governo equatoriano em julho, ele aguarda a análise do pedido de refúgio pelo Comitê Nacional para Refugiados (Conare).
O pedido de asilo ao Supremo Tribunal Federal (STF) feito pelo equatoriano Byron Xavier Guevara Albuja, detido desde maio em Caxias do Sul (RS), trouxe à tona discussões sobre fraudes milionárias e procedimentos de extradição internacional.
Procurado pela Interpol, Byron enfrenta acusações da Justiça do Equador relacionadas a esquemas financeiros que teriam causado prejuízo de quase R$ 1 milhão. As ações teriam ocorrido enquanto ele atuava como presidente e chefe comercial de uma empresa de óleo de cozinha.
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O Comitê Nacional para Refugiados (Conare) está responsável por avaliar o pedido de refúgio apresentado pelo suspeito. A Polícia Federal realizou a prisão preventiva depois de determinação do STF, com base em mandado de extradição solicitado pelo Equador.
Byron figurava na lista vermelha da Interpol e foi formalmente requisitado pelo governo equatoriano em julho, por meio de solicitação encaminhada à Secretaria Nacional de Justiça. O órgão traduziu a mensagem e remeteu os documentos ao relator do caso no Supremo.
Defesa alega ao STF perseguição política

A defesa do equatoriano argumenta que Byron Guevara deveria receber o reconhecimento de “refugiado”. Alega, ainda, que o Conare já havia aprovado o pedido. O comitê nega a informação e declara que o caso ainda está em análise. O resultado desse processo definirá a situação do estrangeiro, que segue preso preventivamente no Rio Grande do Sul enquanto aguarda o desfecho.
O advogado Eduardo Maurício afirma que a extradição fere tratados bilaterais e direitos fundamentais. Em comunicado à CNN Brasil, a defesa alegou “perseguição política” e “risco de morte” e disse confiar nas decisões do STF e no andamento do pedido de asilo
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Esses advogados mentirosos deviam ser punidos junto com seus clientes criminoso