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Economia

Governo suspende 14 sites de apostas por falhas na fiscalização

Empresas descumpriram regras sobre envio de dados e documentação de sócios

Site de bets esportivas precisa de autorização para operar no Brasil | Foto: Bruno Peres/Agência Brasil
Site de apostas esportivas precisa de autorização para operar no Brasil | Foto: Bruno Peres/Agência Brasil

Confira o resumo que a OESTE.IA, a IA da Revista Oeste, fez pra você

O Ministério da Fazenda suspendeu 14 plataformas de apostas de seis empresas no Brasil por descumprimento de regras de fiscalização. A medida impede novas apostas e exige que as empresas mantenham os sites apenas para liberar saldos existentes, cancelando apostas pendentes e devolvendo dinheiro aos clientes. A multa diária por descumprimento é de R$ 200 mil. As empresas, incluindo Pixbet e RR Participações, foram penalizadas por ocultação de dados e falhas em regras, e a liberação do serviço depende da entrega de d

O Ministério da Fazenda travou o funcionamento de 14 plataformas de apostas vinculadas a seis empresas que atuam no país. A Secretaria de Prêmios e Apostas aplicou medidas cautelares devido ao descumprimento de regras fixadas para a fiscalização do setor.

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A ordem do governo impede a captação de novas apostas no mercado. As bets precisam manter os sites no ar apenas para a liberação do saldo existente nas carteiras dos usuários.

A determinação exige o cancelamento de apostas pendentes e a devolução imediata do dinheiro aos clientes. A Fazenda impôs multa diária de R$ 200 mil em caso de descumprimento dos alertas de suspensão nas páginas oficiais.

Ocultação de dados e falhas em regras

A maior parte dos bloqueios atinge marcas que sonegaram dados ao Sistema de Gestão de Apostas. A Pixbet perdeu a licença temporária pela omissão de dados e por ignorar ferramentas de combate ao vício em jogos.

A empresa RR Participações, responsável por Multibet, Ricobet e BRXBet, caiu na fiscalização ao omitir a lista real de sócios do grupo. A ausência dos papeis barrou a checagem de idoneidade e da capacidade financeira da companhia.

As marcas atingidas incluem Pixbet, Ganheibet, Betdasorte, Zeroum, Sportvip, Energia, MMA, Betvip, Papigames, Megaposta, Kbet, Multibet, Ricobet e BRXBet. A liberação do serviço depende da entrega de todos os comprovantes cobrados pelos fiscais.

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