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• O ministro Luis Felipe Salomão tomou posse como presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ) nesta terça-feira, 19;
• No cargo, ele promete um 'novo tempo' na Corte durante o biênio 2026-2028;
• Em seu discurso de posse, o magistrado destacou o desafio de reconectar a Corte à sua vocação constitucional; e
• Também anunciou a implementação de um filtro de relevância para selecionar recursos federais.
Nesta quarta-feira, 19, o ministro Luis Felipe Salomão assumiu a presidência do Superior Tribunal de Justiça (STJ) com a promessa de inaugurar um “novo tempo”. Aliado do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), Salomão comandará o STJ durante o biênio 2026-2028. Na mesma cerimônia, o ex-corregedor nacional de Justiça Mauro Campbell Marques se tornou vice de Salomão.
Em seu discurso de posse, Salomão afirmou que o principal desafio da nova administração será promover o “reencontro” do STJ com o estabeleceu a Constituição.
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“O STJ está em ebulição, preparando-se para iniciar um novo tempo dentro do sistema de Justiça”, declarou Salomão.
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Salomão promete transparência e uso de IA no STJ
Entre as prioridades anunciadas por Salomão está o “filtro de relevância”, mecanismo que permitirá ao STJ selecionar recursos com questões federais consideradas relevantes.
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Salomão também prometeu concentrar a gestão na qualidade das decisões, na transparência e na ampliação do acesso dos cidadãos ao tribunal.
Conforme ele, a tecnologia deverá auxiliar o Judiciário sem ocupar o lugar das pessoas.
“Utilizar a inteligência artificial e as ferramentas tecnológicas para estarem a serviço da sociedade, e não o contrário”, afirmou.
O novo presidente do STJ informou que foram realizadas pesquisas com ministros e representantes do sistema de Justiça para identificar prioridades e sugestões de aprimoramento. A gestão também pretende ouvir os servidores do tribunal.
Outra meta anunciada é reduzir o excesso de processos na área previdenciária e tornar mais efetivo o cumprimento de decisões em ações coletivas.
Salomão defendeu ainda a ampliação de projetos destinados à população vulnerável, como o Pop Rua Jud e os Juizados Especiais Federais Itinerantes.
Leia também: “Ministro do STJ: ‘Judiciário deve ter humildade para reconhecer erros'”, entrevista exclusiva publicada na Edição 335 da Revista Oeste
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Só prova que a limpeza não pode ficar só no STF….
Os Tribunais de Exceção vao se multiplicar com juizes atuando politicamente contra inimigos ideológicos. Corrupção sera moeda de troca. Esqueçam qualquer esperança de Justiça . Qualquer influência do milionario Moraes é nefasta e infame.
Qualquer tribunal de justiça deveria ser pragmatico e estritamente legal. Um novo tempo é um termo impraticável em uma corte.